Homens, temos uma má notícia para vocês: gostamos de contar ao pormenor o que se passa entre lençóis. Por isso, cuidado com as performances!
“Estávamos loucos um pelo outro, aos beijos às cegas, já nus, quando, de repente, olhei para baixo e… ia morrendo. Ele é tããão giro. Alto, simpático, com pinta… nunca pensei que tivesse aquela pilinha. Até fiquei mal disposta.” – desabafou a amargurada Cristina.
Sim, o tamanho importa. Sobretudo quando se afasta vergonhosamente da média nacional, apurada num estudo de 2004 e citado pela sexóloga Marta Crawford no seu livro Sexo sem Tabus: entre os 13 e os 17 centímetros, com o ponto médio no 15, mais ou menos o tamanho de uma esferográfica. Pois aquele diz Cristina, “parecia um lápis do IKEA, daqueles muuiito pequeninos”.
Más notícias para o sexo masculino: as mulheres também comentam as suas aventuras sexuais. Um estudo americano, da Universidade da Pensilvânia, garante que elas falam mais sobre sexo do que eles. E conseguem recriar a cena com tanto realismo que a plateia nunca mais olha da mesma forma para os personagens (apostamos que ao lerem este artigo também vão desejar nunca encontrar o dono do lápis do IKEA).
Semanas depois da noite fatídica, o rapaz do lápis IKEA continua a telefonar à Cristina com o pretexto de passar em sua casa para apanhar uma sweatshirt que lá ficou esquecida. Ela inventa mil e uma desculpas para evitar a visita. E ainda consegue brincar com o assunto: “A camisola é gira, mas não dá para usar. Ao contrário da uma certa coisa, esta é grande de mais para mim.”